segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

OPINIÃO! «Agatha Christie - O Mistério dos Três Quartos», por Sophie Hannah

O Mistério dos Três Quartos
Autora: Sophie Hannah 
Edição ou reimpressão: 08-2018
Editor: Edições Asa
Encadernação: Capa mole 
Páginas: 328

Sinopse:
"Ao regressar a casa após um almoço, Hercule Poirot depara-se com uma mulher à sua porta. Sylvia Rule está transtornada e exige saber por que motivo Poirot lhe enviou uma carta em que a acusa de ter assassinado Barnabas Pandy, quando nem sequer o conhece. Intrigado, pois também ele nunca ouviu falar de Pandy, Poirot entra em casa e constata que tem mais um visitante à sua espera: John McCrodden, que o acusa igualmente de difamação, pois recebeu uma carta semelhante. 

 E a lista não termina aí…
 Quem terá enviado as cartas, e porquê? 
Mais importante ainda, quem será Barnabas Pandy? 
Estará, de facto, morto? 
Terá sido assassinado? 
E conseguirão as celulazinhas cinzentas de Poirot decifrar este mistério sem colocar mais vidas em perigo?

Um novo enigma protagonizado pelo detetive mais querido do mundo. 
Com a ajuda de Edward Catchpool, da Scotland Yard, Hercule Poirot envolve-se numa complexa teia de relações, segredos escandalosos e delitos do passado."

Opinião:
Não é fácil superar a rainha do crime, mas Sophie Hannah trouxe de volta a personagem tão acarinhada pelos fãs de Agatha Christie. E foi precisamente isso que me levou a reagir favoravelmente à leitura deste livro, já que, quando o comprei estava bastante apreensiva.

A verdade é que fui conquistada pelo mistério que a escritora nos apresenta, e pela sua capacidade de expressão. 

Tudo começa com Poirot, acusado de remeter cartas acusatórias a quatro pessoas, sobre um homicídio a "um tal Barnabas". No início, alheio às intenções que levaram o autor das cartas, e usar o nome de Poirot, o pequeno belga dá início à sobre a morte de Barnabas Pandy, e se a mesma se tratou de homicídio, com a colaboração e narração do inspector Catchpool.

Sem perder a originalidade e o efeito teatral tão característico de Poirot, fui agradavelmente envolvida pelo "mistério dos três quartos".


Boas Leituras!

OPINIÃO! «Serpentina», de Mário Zambujal

Serpentina
Autor: Mário Zambujal 
Edição ou reimpressão: 10-2014
Editor: Clube do Autor
Encadernação: Capa mole 
Páginas: 160

Sinopse:
"Para Mário Zambujal, o mais importante é saber que os leitores se divertem com os seus livros. É nisso que se concentra quando agarra na caneta e se põe a imaginar peripécias, enredos e personagens. Serpentina não fugiu à regra e arrisca-se a ser o romance mais divertido do ano.
Nele acompanhamos as reviravoltas na vida de Bruno Bracelim - primeiro a partida da família para o Canadá, quando ainda menino, e depois um acidente de trânsito, já em adulto - e divertimo-nos com as situações armadilhadas de um destino tão imprevisível quanto animado.
Num estilo inconfundível, eis um supremo divertimento em que a imaginação e o humor se entrelaçam com a reflexão e a emoção."


Opinião:
Mais uma vez, fui presenteada com uma obra narrada com simplicidade mas, verdadeiramente apaixonante.

Habituei-me tão facilmente à escrita de Mário Zambujal, o que me levou a devorar cada palavra de "Serpentina" uma "Odisseia de um crédulo em demanda da bela sem senão".

Neste romance, o "Senhor Bruno D. L. Bracelim", para além das peripécias em que se envolve constantemente, anseia nada mais do que encontrar o rosto perfeito, a mulher que ele próprio idealiza. Já que a razão de se encontrar solteiro, passa sobretudo por encontrar várias mulheres na sua vida, MAS, apesar de belas, há sempre um senão.

A conclusão final foi uma lufada de ar fresco, aliás como toda a obra de Mário Zambujal, que espelha tão profundamente aquilo que todas as pessoas procuram.

"[...]Rosto perfeito é o que não nos cansamos de ver , em todas as horas, boas ou más. [...]"

Apaixonante, com um relato transparente, Serpentina é mais um livro que irei recordar com o carinho que merece.

Boas Leituras!

sábado, 3 de novembro de 2018

OPINIÃO! «Primeiro as Senhoras», Mário Zambujal

Primeiro as Senhoras
Autor: Mário Zambujal 
ISBN: 9789897243172
Edição ou reimpressão: 05-2017
Editor: Clube do Autor
Dimensões: 153 x 234 x 12 mm 
Encadernação: Capa mole 
Páginas: 136

Sinopse:
"Primeiro as Senhoras de Mário Zambujal regressa em maio às livrarias numa nova edição. 
Bem ao jeito do autor, eis mais uma história cheia de ritmo e diversão. 

Neste livro voltamos a encontrar um bom malandro com as suas aventuras, fantasias e emoções. 

A história conta-se num depoimento do protagonista, Edgar, a um silencioso inspetor da Polícia que, tal como os leitores, página a página, vai conhecendo o currículo da personagem e os passos de um golpe que o levou a passar nove dias sequestrado.

Notei que a venda era uma meia preta de senhora. Deprimente. Acho bem senhoras com meias pretas mas abomino meias pretas de senhora sem senhora."

Opinião:
Sequestrado e amordaçado com uma meia preta de senhora!!! Esse é o cenário que mais indigna Edgar, a personagem principal desta história tão peculiar.
Após o rapto de que foi vítima, o malandro Edgar vai descrevendo, não só o bendito sequestro, como também outras histórias e aventuras hilariantes que ocorreram na sua vida, ao silencioso inspector.
 No relato, apenas pode contar com os sentidos que lhe restaram, olfacto e audição. E ao que parece, o alvo seria Sertório Egídio Miranda, pai de Renata. Esta última apresentava Edgar como sendo seu marido, o que causou tamanha aventura ao nosso protagonista.
Durante a narração dos factos, mais tarde é a consciência de Edgar que origina e cria um desenlace e um desfecho ainda mais interessante
Um relato hilariante, que rapidamente ganha o interesse do leitor.


"A porra da meia preta" é inesquecível!! 
 
Boas Leituras!

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

OPINIÃO! «O Último Verão», de Ann Brashares

O Último Verão
Autora: Ann Brashares 
ISBN: 9789899578845
Edição ou reimpressão: 06-2008
Editor: Quinta Essência
Classificação Temática: Romance

Sinopse:
"Waterby, Fire Island, os ritmos e os rituais do Verão são os mesmos de sempre: o cerimonial das chegadas e das partidas de ferry; os jantares no clube náutico com vistas de cortar a respiração; o decreto contra o uso de sapatos; e o desfile de miúdos bronzeados e cobertos de areia, que se tornam maiores de idade na praia. 
Passada neste cenário cheio de vida, O Último Verão é a história encantadora - e comovente - da amizade entre três jovens, para quem o Verão e aquele lugar significam tudo. As irmãs Riley e Alice voltam todos os anos à modesta casa de praia dos pais. 
Riley é nadadora-salvadora e uma maria-rapaz, sempre pronta para nadar à noite, velejar com vento forte ou correr pela praia. A bonita Alice é meiga, gosta de ler e de meditar, e venera a irmã mais velha. E, na enorme casa que ofusca a humilde habitação delas, vive Paul, um amigo tão importante para ambas como o próprio local. Depois de alguns anos afastado, Paul volta finalmente à ilha. Mas o seu regresso marca uma estação de tremendas mudanças e, quando uma atracção que ferve em lume brando e um grande segredo colidem, os três amigos são lançados num mundo desconhecido, um mundo em que o seu refúgio de Verão já não os pode proteger. 
Com afecto, humor e sabedoria, Brashares faz-nos sentir as alegrias e as torturas do amor. Recorda-nos a força e os espinhos da amizade, a dor da perda e o peso dos laços familiares. Profundo e comovente, O Último Verão é uma celebração sentida do Verão e da nostalgia da juventude."


Críticas de Imprensa:
«O Último Verão apela à nostalgia do passado que os leitores que procuram os prazeres e as despreocupações do Verão vão adorar.» 
The Washington Post

«Um livro que não se consegue deixar de lado.» 
Cosmopolitan

Opinião:
Este livro caracteriza muito bem a amizade e os "amores" de verão, carregados de aventuras e emoções.
Nele conhecemos três personagens, tão diferentes e que se completam tão bem. O amor que existe entre as irmãs Riley e Alice é simplesmente belo. E o amor que cresce entre Alice e Paul é torturante e confuso, o que leva a que a estranheza desse sentimento afaste essas personagens.

Em O Último Verão é evidente a dúvida entre a entrega emocional e a tortura da razoabilidade.

"Qualquer coisa bela, é frágil."

Um romance agradável de ler.

Boas Leituras!

sábado, 20 de outubro de 2018

OPINIÃO! «O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo», de Germano Almeida

O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo
(Pref. por Paula Tavares)
Autor: Germano Almeida 
Edição: Leya
Edição ou reimpressão: Setembro de 2018
Isbn: 9789896605292  
Preço: 10,00€ 

Sinopse:
"Quando morreu, o Sr. Napumoceno era um conceituado comerciante do Mindelo. A reputação da sua casa comercial tinha uma correspondência perfeita na sua reputação pessoal - bom, íntegro, sério, sem vícios, rico e respeitado. Mas a leitura das centenas de páginas do seu testamento lançou «uma nova luz sobre a vida e a pessoa do ilustre extinto». 
Página a página, o leitor vai assistindo à construção de uma personagem fascinante, rica, complexa, contraditória, fortemente enquadrada no pano de fundo que é a sociedade cabo-verdiana. Este romance de Germano Almeida foi adaptado ao cinema por Francisco Manso, no filme «O Testamento do Sr. Napumoceno»."
Prefácio de Paula Tavares

Opinião:
O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo é um romance cheio de graça, muito bem escrito e agradável de ler, devido à história tão fora do comum.
Conta a história de um homem que não tinha posses quando chegou a Mindelo e que, por conhecer as pessoas certas, como também devido ao seu esforço e perspicácia conseguiu abrir o seu próprio negócio "Araújo, Lda Importações e Exportações". O seu início passa claramente pelo contrabando, mas o Sr. Napumoceno rapidamente alcança uma posição admirável na cidade em que vive, reconhecido como um homem sério e honesto.

O seu sobrinho Carlos é também uma personagem interessante, tão cómica como o tio, e que surge como pupilo de Napumoceno. Carlos revela a sua natureza de comerciante desde muito cedo, o que acaba por se revelar conveniente para o tio, o qual, mais tarde acaba por revelar no seu testamento que se apoderou das ideias de Carlos como sendo de sua propriedade, já que lhe pagou os estudos.

"Porém, no seu testamento, o Sr. Napumoceno confessou que se assenhoreava das ideias do sobrinho como se fossem dele próprio e justificou que em boa verdade bem se poderia dizer que lhe pertenciam porque se Carlos as tinha fora porque ele o mandara para a escola e depois para Lisboa e até mesmo fora ele Napumoceno que lhe obtivera emprego na firma Carvalho e daí que as ideias do sobrinho mais não eram que o normal desenvolvimento de um capital bem investido e por esta razão  considerava-se legítimo proprietário de qualquer manifestação positiva que nascesse daquela cabeça."

A leitura do testamento do Sr. Napumoceno é nada mais do que a leitura de um livro de memórias, onde também, o defunto, perfilha Maria da Graça, sua filha com a ex-empregada de limpeza, D. Chica.

É a Maria da Graça que são entregues os verdadeiros cadernos de memórias de Napumoceno, onde ela descobre a razão que levou o seu pai a deserdar Carlos, como também outros acontecimentos e aventuras engraçadas e peculiares da vida de um homem de cariz social e político verdadeiramente interessantes.
Também lhe cabe a tarefa de cumprir a última vontade do falecido, entregar o livro "Só" de António Nobre, a Adélia.

É um romance divertido, mas que também retrata a solidão de um homem, que conheceu o amor, e que suspira a perda e o amor por essa mulher... até à morte.

Boas Leituras!

terça-feira, 16 de outubro de 2018

OPINIÃO! «Sono Crepuscular», Edith Wharton

Sono Crepuscular
Autor: Edith Wharton 
Editora: Edições Asa 
Edição: setembro de 2010  
Isbn: 9789892310022  
Páginas: 304

Sinopse:
"Com a cosmopolita cidade de Nova Iorque como pano de fundo, a família Manford refugia-se nas mais variadas formas de evasão para fugir ao tédio e ao vazio das suas vidas privilegiadas. No mundo da alta-sociedade a que pertencem, abundam o sexo, as drogas, a ânsia por dinheiro e poder, a atracção pelo oculto e pela espiritualidade new age. Nona é a filha mais nova e com apenas 19 anos ambiciona mais do que a busca de prazer imediato adoptada pela maioria dos jovens da sua idade. Numa época cuja prioridade é dada a relacionamentos superficiais, ela procura uma existência com sentido, algo que partilha com o meio-irmão, Jim. Mas a mãe de ambos, Pauline, tem da vida uma visão bastante mais utilitária e hedonista. A sua obsessão com as aparências vai forçá-los a assumir posições extremas e ditar irremediavelmente o futuro de todos. 

Sono Crepuscular poderia ter sido escrito no século XXI. Mas, na verdade, a grande senhora das letras americanas, Edith Wharton, escreveu-o no início do século passado e retratou os loucos anos vinte em toda a sua duplicidade."


Opinião:
Lita é uma personagem envolta em mistério, não só pela confusão de sentimentos que causa às restantes personagens, como também quando a sua presença gera reacções inesperadas. 

Foi acolhida por Pauline e casou com Jay, filho de PaulineEm jeito de contraste, Pauline é o género de mulher sempre atarefada, carregada de compromissos e determinada a ocupar todo o seu tempo. É um exemplo para tantas outras mulheres, um modelo a seguir. 
A dada altura, esta mulher tão poderosa apercebe-se de segredos que a deixam inquieta e vê o seu segundo casamento ameaçado..precisamente pela nora, Lita.

O filho de Pauline, Jay, é um homem correcto, respeitador e trabalhador. Mas aparentemente não é um homem suficiente para Lita, esta, sonha ser independente, livre e venera o mundo das artes e a par disso, os seus tios vêem o mundo do cinema como a melhor opção financeira de modo a que a sobrinha deles os possa sustentar, ao invés de Pauline. Assim, o divórcio começa a pairar sobre a vida do casal.

De tal forma, que Dexter Mayfrod decide planear umas férias que acabam por separar o casal, de modo a que o tempo de Lita possa ser apenas e só seu, com a desculpa que, assim o casal pode reconsiderar as adversidades e desavenças que têm vindo a acontecer. 
Certo é que, com a desconfiança de Pauline e a insegurança que se instala...Lita acaba por transformar e despedaçar a vida de uma família que a acolheu de braços abertos.

Esta história aborda uma época em que o divórcio é encarado como um "óbice à convivência social".

Um excelente romance que retrata a determinação em obter a liberdade pelo divórcio, e a prisão que um casamento pode proporcionar.

Boas Leituras!

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

OPINIÃO! «O Pacto», de Michelle Richmond

O Pacto
Autor: Michelle Richmond 
Editora: Edições Asa, 
Edição: Setembro de 2017  ‧  
Isbn: 9789892339986  

Sinopse:
"Alice e Jake, apaixonados e recém-casados, recebem um insólito presente de casamento: uma chave que lhes permite a entrada num clube secreto chamado O Pacto. Ambos têm fortes motivos para acreditar que não terão nada a perder. Muito pelo contrário. Todos os seus membros são bem-sucedidos e aparentemente felizes. E, à primeira vista, as regras parecem fazer todo o sentido. O objetivo do clube? Um casamento feliz e duradouro. E também festas glamorosas, amizades fortes, uma sensação de comunhão com os outros participantes, que apenas querem o melhor uns para os outros. E tudo corre bem… até ao dia em que alguém quebra uma das regras… 

Pois, à semelhança do matrimónio, O Pacto deve ser um compromisso para toda a vida. Alice e Jake depressa descobrem que, para que assim seja, vale absolutamente tudo. O seu casamento de sonho está prestes a tornar-se um tremendo pesadelo. Será o amor deles realmente para a eternidade? Ou terão ambos cometido um erro fatal?
Suspense psicológico num ritmo alucinante, esta obra de Michelle Richmond é intensa, aterradora e… irresistível."


Opinião:
Tudo começa com um casal apaixonado que decide tomar um rumo na sua relação, e casar. Aliás, em boa verdade, Jake propõe Alice em casamento, com receio de a perder. Julga ele que com o casamento, a sua apaixonada será apenas dele e que será um meio de duas pessoas estarem mais aproximadas, em diversos sentidos

O casamento é aparentemente normal, porém, um convidado inesperado e especial presenteia os noivos com uma caixa diferente, misteriosa e que desperta muita curiosidade nos noivos. Depois desse inesperado presente, segue-se a visita de uma "estranha", chamada Viviam e que lhes fala das regras do Pacto, e lhes estende um contrato para assinarem...de modo a que possam a partir daí "pertencer" a um núcleo cuidadosamente seleccionado de pessoas.

Claro que no início, a adrenalina e a novidade falam mais alto, o que fazem com que Jake e Alice não tomem atenção aos "pequenos" mas grandes detalhes que estão por detrás do Pacto.

O Pacto assenta essencialmente no casamento, e para fazer parte dele, os casais têm que ser convidados per membros do Pacto, ler o Manual e decorar todas as regras. Regras? sim, tal como regulamentos, leis, penalizações e crimes...O Pacto é algo que inesperadamente torna-se intolerável e infundado para Jake e Alice.
Alice é a primeira a "sofrer" pela sua insensatez por dar prioridade ao seu trabalho e deixar o seu cônjuge para segundo plano, o que é inaceitável pelo Pacto. Assim, é retirada para uma prisão, na qual "voluntariamente" é reeducada a amar e dedicar-se ao seu cônjuge.

Apesar de ser penalizada pelos seus actos, Alice reage favoravelmente a todas as regras do Pacto e chega a pedir a Jake para tolerar esse modo de vida em prol do casamento de ambos.

Isto porque Jake questiona o Culto onde se encontra inserido com a sua mulher, não só porque profissionalmente é psicoterapeuta e  ajuda casais que enfrentam uma instabilidade emocional nas suas relações, mas também porque dentro do Pacto encontra-se uma amiga que não via há alguns anos e que o avisa da dimensão do problema que é pertencer ao Pacto, podendo até ocorrer mortes suspeitas a quem queira deixar o Pacto.

Um livro cheio de suspense.

Boas Leituras!